Democracia e Juventude
A democracia está associada diretamente aos jovens. Eles têm uma grande influência em mante-la e aprimora-la, por serem um grande número e terem voz plena em certos fatores. Se associarmos democracia e juventude, elas estão entrelaçadas.
Pois essas palavras andam juntas e precisam uma da outra.
Os jovens têm sim de interferir e questionar aquilo que descordam. Afinal somos o futuro de uma nação. No Brasil, por exemplo, há muitos casos de manifestações estudantis, cobrando seus direitos de como democratas.
Se todos fizessem o mesmo e lutassem como os jovens em busca da verdadeira DEMOCRACIA, satisfaríamos com eficácia nossos desejos.
Buscar com clareza nossos interesses e exercer nosso poder enquanto ainda temos oportunidades. Pois se conseguirem nos tomar o pouco de poder que temos e agirem como na antiga ditadura, as coisas vão tomar um rumo ineficaz como nos anos passados e causar insatisfação a sociedade por completa.
Afinal não só os jovens fazem parte disso, mas sim todos.
Tem de haver projetos democráticos, para saber a opinião pública.
Sabe-se que é impossível a implantação de um projeto democrático que não contemple a juventude. Mas o Brasil, um dos países com maior taxa de população jovem do mundo, ainda não elaborou uma política direcionada a eles. Contudo, quanto mais a opinião pública bem informada e independente rejeita os discursos paternalistas e as práticas autoritárias, mais a democracia avança. E esta é a crença daqueles que apostam no futuro e dos que acreditam que os homens são capazes de criar uma sociedade mais fraterna.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Preconceito
Apesar de estarmos no ano de 2010, no século XXI, ainda é possÍvel encontrarmos em nossa sociedade, e até mesmo em nossa casa, alguma forma de preconceito, seja ela por raça, crença ou opção sexual.
O preconceito ainda é tão forte , que por ele ainda há um alto índice de violência, e até mesmo, por incrível que pareça, mortalidade.
Tudo o que nos é diferente nos causa estranhamento.
Devemos trabalhar mais neste assunto, com as pessoas que nos rodeiam, pois não são as escolhas, ou, o modo de ser ou viver de uma pessoa qua a torna superioir ou inferior como ser humano.
Todos somos diferentes, e, isto nos torna iguais.
Rebeca Cordeiro; Turma: 3m1
O preconceito ainda é tão forte , que por ele ainda há um alto índice de violência, e até mesmo, por incrível que pareça, mortalidade.
Tudo o que nos é diferente nos causa estranhamento.
Devemos trabalhar mais neste assunto, com as pessoas que nos rodeiam, pois não são as escolhas, ou, o modo de ser ou viver de uma pessoa qua a torna superioir ou inferior como ser humano.
Todos somos diferentes, e, isto nos torna iguais.
Rebeca Cordeiro; Turma: 3m1
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O corpo (montaigne e a auto-estima)
O corpo muitas vezes é uma forma de martírio para os seres humanos, um modo de barreira, um tabu.
Montaigne não tinha medo quebrar estes tabus.
O corpo em seu todo é importante, não existem partes mais ou menos importantes em seu conjunto
Os seres humanos têm como instinto se julgarem melhores ou piores que os outros, mais feios, menos intelectos, nunca estão satisfeitos com o que lhe é proporcionado tanto pelo seu corpo quanto pelo seu intelectual.
Nós, seres humanos temos necessidades.
Montaigne em sua sabedoria nos igualava aos animais, pois estes não tinham vergonhas, pudores. Mas esta comparação não deve ser entendida como um modo de aferição a nós, seres pensantes. É apenas um modo de nos aceitarmos sem pudores, como os animais irracionais.
Temos um modo de ver as coisas, taxando-as como normais (propicias aos costumes rotineiros) e anormais (impróprias erradas).
Se não fazem parte dos nossos costumes julgamos e condenamos as ações e os costumes de outras pessoas.
Devemos ampliar as nossas mentes para conhecermos novas culturas, não para tomá-las para nossos hábitos, e sim para não sermos seres julgadores, preconceituosos.
Para Montaigne, há sim pessoas mais sagazes que as outras, mais isto não está relacionado ao seu diploma da faculdade.
Não devemos julgar as pessoas pelas aparências, e sim pelo o que elas podem nos transmitir no decorrer da convivência, do nosso dia-a-dia.
Montaigne não tinha medo quebrar estes tabus.
O corpo em seu todo é importante, não existem partes mais ou menos importantes em seu conjunto
Os seres humanos têm como instinto se julgarem melhores ou piores que os outros, mais feios, menos intelectos, nunca estão satisfeitos com o que lhe é proporcionado tanto pelo seu corpo quanto pelo seu intelectual.
Nós, seres humanos temos necessidades.
Montaigne em sua sabedoria nos igualava aos animais, pois estes não tinham vergonhas, pudores. Mas esta comparação não deve ser entendida como um modo de aferição a nós, seres pensantes. É apenas um modo de nos aceitarmos sem pudores, como os animais irracionais.
Temos um modo de ver as coisas, taxando-as como normais (propicias aos costumes rotineiros) e anormais (impróprias erradas).
Se não fazem parte dos nossos costumes julgamos e condenamos as ações e os costumes de outras pessoas.
Devemos ampliar as nossas mentes para conhecermos novas culturas, não para tomá-las para nossos hábitos, e sim para não sermos seres julgadores, preconceituosos.
Para Montaigne, há sim pessoas mais sagazes que as outras, mais isto não está relacionado ao seu diploma da faculdade.
Não devemos julgar as pessoas pelas aparências, e sim pelo o que elas podem nos transmitir no decorrer da convivência, do nosso dia-a-dia.
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